Impressão: 2025-03-28
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Coleção TEXT - Museu Histórico "Prof. Carlos da Silva Lacaz" - Textos
Zona de identificação
Código de referência
MHFM TEXT
Título
Museu Histórico "Prof. Carlos da Silva Lacaz" - Textos
Data(s)
- séc. XVIII - hoje (Produção)
Nível de descrição
Coleção
Dimensão e suporte
Textual: 633 pastas suspensas.
Área de contextualização
Nome do produtor
Museu Histórico Prof. Carlos da Silva Lacaz da FMUSP
(Fundado em 1977)
História administrativa
Criado em 1977 como “Museu Histórico da Faculdade de Medicina”, o órgão assumiu a denominação de Museu Histórico “Prof. Carlos da Silva Lacaz” em 1993, em homenagem ao fundador e seu diretor vitalício até 2002, ano de falecimento desse médico e pesquisador da área de Microbiologia e Micologia Médica. O projeto museológico instituído se deu em bases privadas, mas com apoio da elite médica paulista e de parte significativa dos professores e alunos da própria Faculdade.
Dedicou-se a partir de então em reunir materiais, que conseguissem traduzir uma “história oficial” médica e institucional, apoiado na concepção de uma trajetória histórica linear, progressiva e extremamente cravada por vultos e feitos heróicos. Paralelamente a isso, o Museu Histórico foi capaz de agrupar um vasto acervo documental, com prioridade aos primeiros tempos da institucionalização médica em São Paulo, variando de grupos e especialidades, a partir dos critérios atribuídos unicamente por seu diretor.
Nesta direção, a morte do Prof. Carlos da Silva Lacaz em 2002 abriu um hiato em relação ao espaço de poder ocupado anteriormente pelo ex-diretor. A estrutura administrativa do Museu, que até então estava diretamente subordinada à diretoria foi transferida para a Comissão de Cultura e Extensão (CCEx), e desde então, o Museu passou a vivenciar um profundo processo de redefinição de suas características e funções.
A partir do ano de 2007, a Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx), presidida pelo Prof. Dr. José Ricardo C. M. Ayres, criou a Sub-comissão de Museus responsável por dar novos direcionamentos institucionais ao Museu Histórico. Com o apoio institucional e irrestrito do Diretor da Faculdade de Medicina, Prof. Dr. Marcos Boulos, do Diretor da Fundação Faculdade de Medicina, Prof. Dr. Flávio Fava de Morais, um amplo trabalho foi coordenado no sentido da revitalização infra-estrutural e das atividades museológicas do Museu Histórico. Cabe lembrar, que no processo de revitalização infra-estrutural do Museu Histórico, houve a participação do Banco Santander através de seu Projeto Universidades.
Para que houvesse o acompanhamento da reforma infra-estrutural do Museu Histórico, bem como a introdução das modificações regimentais e da constituição das novas atribuições nas áreas da pesquisa, da museologia e educacional, foram contratados os historiadores André Mota (Coordenador do Museu Histórico) e Maria Gabriela S.M.C. Marinho (Pesquisadora).
Dedicou-se a partir de então em reunir materiais, que conseguissem traduzir uma “história oficial” médica e institucional, apoiado na concepção de uma trajetória histórica linear, progressiva e extremamente cravada por vultos e feitos heróicos. Paralelamente a isso, o Museu Histórico foi capaz de agrupar um vasto acervo documental, com prioridade aos primeiros tempos da institucionalização médica em São Paulo, variando de grupos e especialidades, a partir dos critérios atribuídos unicamente por seu diretor.
Nesta direção, a morte do Prof. Carlos da Silva Lacaz em 2002 abriu um hiato em relação ao espaço de poder ocupado anteriormente pelo ex-diretor. A estrutura administrativa do Museu, que até então estava diretamente subordinada à diretoria foi transferida para a Comissão de Cultura e Extensão (CCEx), e desde então, o Museu passou a vivenciar um profundo processo de redefinição de suas características e funções.
A partir do ano de 2007, a Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx), presidida pelo Prof. Dr. José Ricardo C. M. Ayres, criou a Sub-comissão de Museus responsável por dar novos direcionamentos institucionais ao Museu Histórico. Com o apoio institucional e irrestrito do Diretor da Faculdade de Medicina, Prof. Dr. Marcos Boulos, do Diretor da Fundação Faculdade de Medicina, Prof. Dr. Flávio Fava de Morais, um amplo trabalho foi coordenado no sentido da revitalização infra-estrutural e das atividades museológicas do Museu Histórico. Cabe lembrar, que no processo de revitalização infra-estrutural do Museu Histórico, houve a participação do Banco Santander através de seu Projeto Universidades.
Para que houvesse o acompanhamento da reforma infra-estrutural do Museu Histórico, bem como a introdução das modificações regimentais e da constituição das novas atribuições nas áreas da pesquisa, da museologia e educacional, foram contratados os historiadores André Mota (Coordenador do Museu Histórico) e Maria Gabriela S.M.C. Marinho (Pesquisadora).
Entidade detentora
História do arquivo
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Zona do conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
Inclui enorme diversidade de materiais em texto, tais como folhetos, cartas, ofícios, separatas, manuscritos, certificados, diplomas, relatórios, revistas, além de material iconográfico como desenhos e emblemas, distribuídos em conjuntos temáticos. Entre temas incluem-se, principalmente, instituições e personalidades ligadas à medicina, além das várias especialidades a compor este campo do conhecimento.
Avaliação, selecção e eliminação
Accruals
Sistema de organização
Zona de condições de acesso e utilização
Condições de acesso
Acesso livre.
Condiçoes de reprodução
Idioma do material
Script do material
Notas ao idioma e script
Características físicas e requisitos técnicos
Instrumentos de descrição
Zona de documentação associada
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
Zona de notas
Nota
Material em estágio irregular de conservação.
Nota
Acervo inclui reproduções de documentos originais. No processo de reestruturação do acervo do Museu Histórico, implementado entre 2010 e 2013, foram retirados deste conjunto aqueles materiais pertencentes a fundos pessoais, reunidos agora em acervos próprios. Resta identificar e separar aqueles conjuntos pertencentes a fundos institucionais, dentre os quais destaca-se a Faculdade de Medicina da USP e o Hospital das Clínicas, entre outros.